Seu carro está na lista? Confira os 10 modelos mais roubados no Brasil
Seu carro está na lista? Veja os modelos mais roubados no Brasil em 2025 e descubra como se proteger no dia a dia.
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Equipe Seu Carro Usado
4/30/20264 min read
Você estaciona o carro, trava tudo, dá aquela conferida rápida… e vai embora tranquilo. Mas a verdade é que, em 2025, alguns modelos passaram a ser alvo quase automático de criminosos — e muita gente nem imagina que está dirigindo um desses. Não tem a ver só com valor, nem com luxo. Tem a ver com algo bem mais simples: facilidade de ganhar dinheiro rápido.
Os dados mais recentes mostram um padrão que se repete ano após ano, mas com algumas mudanças que chamam atenção. Carros populares continuam dominando a lista, enquanto SUVs começam a aparecer com mais força. E quando você entende o motivo por trás disso, tudo começa a fazer muito mais sentido.
Os carros mais roubados em 2025 e o padrão por trás disso


O ranking dos carros mais roubados em 2025 praticamente confirma o que já vinha sendo observado nos últimos anos. Modelos com grande circulação nas ruas seguem como os principais alvos, justamente porque são os mais fáceis de “escoar” no mercado ilegal. Quanto mais comum o carro, maior a demanda por peças — e maior o interesse dos criminosos.
Hyundai HB20
Volkswagen Gol
Chevrolet Onix
Ford Ka
Chevrolet Corsa
Fiat Uno
Fiat Argo
Fiat Palio
Toyota Corolla
Jeep Compass
O que chama atenção aqui não é só quem está no topo, mas o perfil da lista. São carros populares, com manutenção acessível e presença massiva nas ruas. Ou seja, exatamente o tipo de veículo que permite que peças roubadas sejam revendidas rapidamente sem levantar suspeita.
Por que esses modelos viraram alvo tão fácil
Quando a gente olha com mais calma, percebe que o problema não está no carro em si, mas no que ele representa fora da garagem. O mercado paralelo de peças é o grande motor por trás dos roubos, e ele funciona melhor com modelos populares, porque existe demanda constante. Não é sobre luxo, é sobre giro rápido.
Outro ponto que cresceu bastante em 2025 é o chamado “efeito fora de linha”. Carros que já saíram de produção, como Uno, Gol e Ford Ka, continuam sendo roubados justamente porque suas peças ficaram mais raras e caras. Isso cria um cenário curioso: quanto mais antigo o carro, maior pode ser o interesse nele.
Além disso, existe uma diferença importante que muita gente ignora. Carros mais antigos costumam ser furtados, sem abordagem, enquanto modelos mais novos, principalmente SUVs e sedãs, são roubados com abordagem direta. Isso muda completamente o tipo de risco envolvido.
A nova realidade: SUVs também entraram na mira
Se antes o foco era quase exclusivo em carros populares, hoje o cenário mudou um pouco. SUVs como Compass e outros modelos começaram a ganhar espaço entre os mais visados, principalmente pelo valor mais alto e pelo tipo de uso que o crime organizado faz desses veículos.
Em muitos casos, esses carros não são desmontados imediatamente. Eles podem ser usados para clonagem ou até em outros crimes, o que aumenta ainda mais o interesse. Isso explica por que veículos mais caros começaram a aparecer com mais frequência nas estatísticas recentes.
Outro detalhe que vem crescendo é o uso de tecnologia nos roubos. Em 2025, aumentaram os casos envolvendo captura de sinal da chave presencial, permitindo abrir o carro sem arrombamento. É o tipo de coisa que parece cena de filme, mas já faz parte da realidade.
Fatores que aumentam o risco (e quase ninguém presta atenção)
Existem alguns fatores silenciosos que aumentam muito o risco e passam despercebidos no dia a dia. Não é só o modelo do carro que importa, mas também como, onde e quando ele é usado. Pequenos detalhes fazem mais diferença do que parece.
Cores mais comuns como branco, preto e prata são mais visadas
A maioria dos casos acontece à noite ou de madrugada
Grandes cidades concentram a maior parte das ocorrências
Carros muito comuns se “misturam” com facilidade no trânsito
Tem um ponto curioso aqui: carros muito populares acabam sendo mais roubados justamente porque não chamam atenção. Eles passam despercebidos, circulam com facilidade e são mais difíceis de rastrear visualmente.


Conclusão
No fim das contas, a lista dos carros mais roubados em 2025 não fala só sobre veículos, mas sobre comportamento de mercado. O que define o risco não é o quanto o carro custa, mas o quanto ele é útil para quem está do outro lado desse tipo de crime.
Se o seu modelo está nessa lista, não é motivo para pânico, mas é um bom alerta. Entender como esses roubos acontecem já coloca você um passo à frente. E no cenário atual, esse tipo de atenção já vale muito.
E aí, seu carro aparece nessa lista? Ou você nunca tinha parado pra pensar nisso antes?




