Confiança, segurança e aquele precinho camarada: 4 versões do Honda City a partir de R$ 60 mil
Conheça as 4 versões do Honda City 2015, veja preços pela Tabela FIPE, diferenças entre os modelos e descubra qual oferece o melhor custo-benefício.
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Equipe Seu Carro Usado
7/3/20263 min read


Encontrar um carro usado confiável sem gastar uma fortuna ficou cada vez mais difícil. Enquanto os modelos zero-quilômetro ultrapassam facilmente a casa dos R$ 120 mil, muitos consumidores passaram a olhar com mais atenção para sedãs que já provaram sua qualidade ao longo dos anos. Entre eles, o Honda City 2015 aparece como um dos nomes mais fortes do mercado, combinando mecânica confiável, bom consumo, excelente espaço interno e uma revenda que continua acima da média. Se o seu orçamento está entre R$ 60 mil e R$ 70 mil, vale conhecer as diferenças entre as quatro versões disponíveis antes de fechar negócio, já que uma escolha errada pode dificultar bastante a revenda no futuro.
Por que o Honda City virou um dos usados mais desejados do Brasil?
Não é por acaso que o Honda City costuma ser chamado pelos lojistas de "carro cheque", expressão usada para definir modelos que entram e saem rapidamente do estoque. A reputação construída pela Honda ao longo dos anos faz com que o sedã mantenha uma liquidez elevada mesmo depois de uma década de uso, além de apresentar uma desvalorização menor do que boa parte dos concorrentes.
Esse comportamento também é explicado pela versatilidade do modelo. O City atende desde famílias que procuram conforto e espaço até motoristas de aplicativo que desejam um veículo confortável e econômico. No entanto, existe uma ressalva importante: a versão DX com câmbio manual costuma ter procura bem menor, já que quem busca um sedã dessa categoria normalmente prefere a praticidade da transmissão automática.


Mecânica confiável, consumo baixo e apenas um cuidado importante
Debaixo do capô está o conhecido motor 1.5 i-VTEC flex, que entrega até 116 cv com etanol e 115 cv com gasolina. Em 2015, a Honda substituiu o antigo câmbio automático convencional pelo moderno CVT, priorizando economia de combustível e uma condução muito mais suave no trânsito urbano.
Com gasolina, o consumo pode chegar a aproximadamente 12,3 km/l na cidade e 14,5 km/l na estrada, números que continuam competitivos até hoje. O carro não tem proposta esportiva, mas entrega conforto, estabilidade e um conjunto mecânico bastante confiável. Antes da compra, vale conferir alguns pontos importantes:
Histórico de revisões;
Troca do fluido do câmbio CVT a cada 40 mil km;
Estado da suspensão e dos pneus;
Sinais de colisões estruturais;
Procedência e documentação do veículo.
Comparativo: veja o que muda entre as 4 versões do Honda City 2015
Embora a diferença de preço entre as versões seja relativamente pequena, os equipamentos mudam bastante. Recursos de conforto, segurança e até a facilidade de revenda fazem com que determinadas configurações entreguem um custo-benefício muito superior.
Qual versão vale mais a pena comprar?
O Honda City sempre se destacou pelo excelente aproveitamento de espaço interno. Com entre-eixos de 2,60 metros, o sedã acomoda bem cinco ocupantes e ainda oferece um porta-malas de 536 litros, um dos maiores da categoria. Esse conjunto faz do modelo uma opção bastante interessante para famílias, viagens e até para quem utiliza o carro diariamente no trabalho.
Analisando o mercado atual, a versão DX manual acaba sendo a menos indicada justamente pela dificuldade de revenda. Já as versões EX e EXL concentram o melhor custo-benefício, oferecendo câmbio CVT, mais equipamentos de conforto e um pacote que continua muito valorizado entre os compradores. Como a diferença para a topo de linha gira em torno de apenas R$ 6 mil na Tabela FIPE, investir um pouco mais na compra pode significar um carro mais completo, mais seguro e muito mais fácil de vender no futuro.


