Jeep Commander usado: vale a pena em 2025?

Jeep Commander usado em 2025 é opção de SUV de 7 lugares com conforto e tecnologia. Veja prós, contras, consumo, manutenção e preço FIPE.

Equipe Seu Carro Usado

8/28/20255 min read

Jeep Commander branco usado em 2025 em destaque, SUV inteiro bem enquadrado em estrada limpa
Jeep Commander branco usado em 2025 em destaque, SUV inteiro bem enquadrado em estrada limpa

O mercado de SUVs cresceu muito nos últimos anos e, dentro dele, o segmento de 7 lugares tem atraído cada vez mais famílias. Entre os modelos nacionais, o Jeep Commander se destaca por ser o primeiro SUV da marca produzido no Brasil com capacidade para sete ocupantes, trazendo tecnologia, acabamento superior e versões flex e diesel. Mas será que vale a pena apostar no Commander usado em 2025?
Neste guia, você vai ver os principais pontos fortes e fracos, custos médios de manutenção, consumo, rivais e quais versões fazem mais sentido no mercado de seminovos.

O que é o Jeep Commander

Lançado em 2021, o Jeep Commander é derivado da plataforma do Compass, mas com carroceria alongada para abrigar 7 lugares de verdade. Ele ocupa a faixa entre os SUVs médios e os grandes, competindo com Toyota SW4, Volkswagen Tiguan Allspace e Caoa Chery Tiggo 8.

As versões mais conhecidas são:

  • Limited (1.3 turbo flex ou 2.0 diesel).

  • Overland (mais equipada, também flex ou diesel).

Mesmo no usado, o Commander chama atenção por:

  • Acabamento premium (bancos em couro, detalhes em suede, painel com soft touch).

  • Tecnologia embarcada (ADAS, multimídia de 10,1”, painel digital de 10,25”, carregador por indução, etc.).

  • Porta-malas generoso (233 L com 7 lugares / até 1.760 L com bancos rebatidos).

Pontos fortes do Jeep Commander usado

  1. Espaço interno e versatilidade
    A terceira fileira é usável por adultos em trajetos curtos e por crianças no dia a dia. Com bancos rebatidos, vira um SUV de 5 lugares com porta-malas gigante.

  2. Acabamento e conforto
    Entre os SUVs de produção nacional, o Commander é um dos que mais transmite sensação premium, especialmente nas versões Overland.

  3. Tecnologia de segurança

    • Frenagem automática de emergência.

    • Alerta de colisão frontal.

    • Assistente de permanência em faixa.

    • Controle de cruzeiro adaptativo.

  4. Motorização versátil

    • 1.3 Turbo Flex T270 (185 cv): adequado para uso urbano e viagens leves.

    • 2.0 Diesel TD380 (170 cv, 38 kgfm): mais robusto, com tração 4x4, ideal para longas viagens e terrenos variados.

  5. Prestígio da marca Jeep
    Mesmo no usado, há uma valorização da imagem ligada à tradição da Jeep no off-road.

Pontos fracos e cuidados na compra

  1. Consumo

    • Flex 1.3 turbo pode ser beberrão em cidade (7–8 km/l com gasolina).

    • Diesel é mais econômico (10–12 km/l), mas cobra preço mais alto na compra.

  2. Custo de manutenção

    • Revisões em concessionária são mais caras que em SUVs médios.

    • Pneus, suspensão multilink e eletrônica sofisticada pesam no bolso.

  3. Peso elevado
    O Commander passa de 1.700 kg, o que impacta em desempenho e consumo, especialmente no 1.3 turbo.

  4. Desvalorização
    Como todo SUV recém-lançado, a curva inicial de desvalorização é mais forte. Bom para quem compra usado, mas ruim na revenda rápida.

  5. Oferta limitada de 4x4 nas versões flex
    Quem busca tração integral precisa focar no diesel, mais caro.

Custos médios de manutenção em 2025

Os valores podem variar por região e oficina, mas estas faixas são boas referências:

  • Revisão básica (óleo + filtros): R$ 600 a R$ 1.000.

  • Pastilhas de freio dianteiras: R$ 700 a R$ 1.100.

  • Pneus 19” (jogo): R$ 4.500 a R$ 7.000.

  • Amortecedores dianteiros (par): R$ 2.000 a R$ 3.500.

  • Seguro: varia por perfil, mas média entre R$ 5.000 e R$ 7.500 anuais.

  • IPVA: considerando valor médio de R$ 180 mil em 2025, imposto gira em torno de R$ 7.200 (alíquota de 4%).

Comparado aos rivais, o Commander se posiciona:

  • Mais barato que manter um SW4, mas mais caro que um Tiggo 8.

  • Próximo do Tiguan Allspace em custos de revisão.

Versões mais indicadas no mercado de usados

  • Diesel TD380 4x4

    • Melhor equilíbrio para quem viaja bastante e precisa de tração integral.

    • Motor mais confiável para carregar peso com consumo aceitável.

    • Maior liquidez na revenda.

  • Flex T270 1.3 Turbo

    • Opção mais barata no mercado de usados.

    • Bom para quem roda principalmente em cidade, mas exige atenção no consumo.

    • Ideal para famílias que querem espaço e tecnologia sem gastar tanto na compra.

Rivais diretos no mercado de usados

  • Toyota SW4: mais caro e robusto, mas com manutenção e seguro ainda mais altos.

  • VW Tiguan Allspace: refinado, bom motor 2.0 TSI, mas oferta menor no mercado usado.

  • Caoa Chery Tiggo 8: custo-benefício melhor, mas menor prestígio de marca. Confira: Tiggo 8 usado: o SUV de 7 lugares que surpreende.

  • Seminovos de 7 lugares mais baratos: para opções acessíveis, veja nossa lista: Carros 7 lugares usados baratos.

Checklist rápido ao avaliar um Commander usado

  • Histórico de revisões na concessionária (essencial nos primeiros anos).

  • Suspensão traseira multilink: verifique batidas secas e folgas.

  • Eletrônica embarcada: teste ADAS, sensores, câmera 360° e multimídia.

  • Câmbio automático: engates suaves, sem trancos.

  • Terceira fileira: checar cintos, bancos e acabamento em bom estado.

  • Pneus e rodas 19”: desgaste irregular pode indicar problemas de alinhamento.

Vale a pena comprar um Jeep Commander usado?

Sim, desde que você saiba onde está entrando.
O Jeep Commander usado é um SUV espaçoso, tecnológico e confortável, que entrega a proposta de 7 lugares sem custar tanto quanto SUVs grandes tradicionais.

Ele é ideal para:

  • Famílias grandes que priorizam espaço e conforto.

  • Quem busca um SUV sofisticado para viagens, com prestígio da marca Jeep.

  • Motoristas que podem arcar com custos de pneus, seguro e IPVA mais altos que a média.

Se você procura robustez máxima para trilhas pesadas, o SW4 ainda leva vantagem. Se o foco é custo-benefício puro, o Tiggo 8 pode fazer mais sentido. Mas se você quer o equilíbrio entre design moderno, espaço e tecnologia, o Commander usado em 2025 é sim uma opção muito atraente.

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FAQ – Jeep Commander usado em 2025

1. O Jeep Commander usado é um bom carro para família?


Sim. O Commander é um SUV de 7 lugares reais, com espaço interno generoso e bom nível de conforto. É uma ótima opção para famílias grandes que precisam de versatilidade.

2. Qual motor do Jeep Commander é mais indicado no usado?


O 2.0 Diesel TD380 é o mais indicado para quem viaja bastante e busca robustez com tração 4x4. Já o 1.3 Turbo Flex é mais barato e atende bem quem roda principalmente em cidade.

3. O consumo do Jeep Commander é alto?

  • Versão 1.3 Turbo Flex: cerca de 7–8 km/l na cidade e 10–11 km/l na estrada.

  • Versão 2.0 Diesel: média de 10–12 km/l, mais econômica considerando o porte do carro.

4. Quanto custa manter um Jeep Commander usado?

  • Revisões básicas: R$ 600 a R$ 1.000.

  • Jogo de pneus 19”: R$ 4.500 a R$ 7.000.

  • Seguro: entre R$ 5.000 e R$ 7.500 anuais, dependendo do perfil.
    É mais caro que SUVs médios, mas ainda competitivo frente a rivais grandes como o Toyota SW4.

5. O Jeep Commander usado tem boa revenda?


Sim, especialmente as versões diesel 4x4, que são mais valorizadas no mercado. Já as versões flex podem sofrer maior desvalorização, mas ainda atraem pelo custo de entrada mais baixo.